Feliz Dia das Mães!!

“Deus não podia estar em todos os lugares e por isso criou as mães”

Provérbio Judaico

dia das mães

Foto: djm-djmatioka.blogspot.com.br

Sempre que me sinto sozinha ou triste a única pessoa que vem a minha mente é a minha mãe! Em todos os momentos você sempre aparece com um sorriso lindo no rosto, envolvendo-me com seu abraço quente e cantando uma música de ninar para que eu adormecesse feliz.

Quando nasci, você me envolveu de carinho e amor para que nunca tivesse medo da escuridão.

Quando comecei a andar, você me ajudou a reerguer quando caía.

Quando comecei a construir minha própria vida, você me deu apoio para poder trilhá-la com coragem e otimismo.

Em todos os momentos você, estando perto ou longe, aqui presente ou não, sei que está nos acompanhando e protegendo com seu sorriso!

À você, mãe, dedido minha gratidão e amor eterno!

Parabéns a todas as Mães pelo seu dia!!!

 

fsMulher

Você e seu bebê merecem RESPEITO! – Parte I

Você sabe do que se trata o PARTO HUMANIZADO que tanto se fala hoje em dia? Muitos logo associam com parto em casa, parto sem anestesia, parto na água, parto sem médico e parto com doulas. Muitos acham um absurdo, mas.. na verdade…partohumanizado

PARTO HUMANIZADO é o parto em que a mulher e o bebê são tratados com respeito e as intervenções médicas só ocorrem se necessárias ou desejadas pela gestante!!

E.. respeito é direto de TODAS as mulheres, certo? Então vamos rever alguns DIREITOS que vocês, mamães, têm na hora de ter seus bebês:

DIREITO Justificativa
Ser ouvida, tirar dúvidas e poder se expressar, sem vergonha de chorar ou gritar. Ninguém pode ignorar, maltratar ou mandar você de calar!
– Ficar livre para se movimentar. Ajuda a aliviar a dor.
– Receber alimentos leves e líquidos se sentir fome ou sede.
– Não permitir que rompam a sua bolsa antes de ela arrebentar sozinha. Isso pode aumentar as dores e contrações, fazer o bebê entrar em sofrimento e causar uma complicação gravíssima, chamada prolapso do cordão umbilical.
– Só receber o soro para apressar o parto (indução de ocitocina) se for necessário. O soro aumenta muito as dores e pode fazer o bebê entrar em sofrimento
– Só receber a anestesia se quiser e depois de ser informada sobre os riscos
Recusar o corte da vagina (episiotomia). Às vezes o médico faz um corte quando precisa usar o fórceps, ou quando o bebê tem que nascer rápido. Mas, se tudo estiver bem, esse corte não é necessário.

Sete entre 10 mulheres não laceram (não rasgam).

E as que laceram normalmente tem ferimentos menores do que os de um corte.

– Parir na posição que achar mais confortável. Parir deitada com as pernas para cima dificulta a oxigenação (respiração) do bebê dentro da barriga, faz o parto demorar mais e leva você a fazer mais força, aumentando as suas chances de lacerar.
– Só fazer cesariana caso ela seja necessária. A cesariana feita sem motivo aumenta em três vezes a chance de você ou o bebê morrerem
APENAS 15 EM CADA 100 GESTANTES realmente precisam de cesariana. Antes de escolher um médico, veja se o percentual de cesariana dele está muito acima disso!!!!

parto normalOu seja, Parto Humanizado é um parto em que você, mãe, é respeitada e bem acolhida!

Isso não deve ser um privilégio, e sim um direito de todas!

Exija um Parto mais Humano e seja feliz!

 

fsMulher

 

Trabalho de Parto – 1º Estágio

A maneira mais fácil de entender o trabalho de parto humano é dividí-lo em estágios e fases. Ele pode ser dividido em 4 estágios:520942-101128-46 

Estágio I – Dilatação: Período de afinamento e dilatação do colo uterino conforme o bebê desce

Estágio II – Período expulsivo: Parto do bebê

Estágio III – Dequitação: Parto da placenta

Estágio IV – Pós-parto

Nesse post daremos ênfase ao Estágio I o qual é comumente conhecido como trabalho de parto e está dividido em 3 fases:

– Trabalho inicial ou fase latente

– Trabalho ativo ou fase ativa

– Trabalho tardio ou transição

A fase inicial ou latente é geralmente a mais longa porque as contrações são mais leves e ficam no pico por um tempo mais curto do que as contrações tardias. É difícil prever com exatidão a duração dessa fase, mas em média dura torno de 10 horas. Durante esse tempo, a mãe está ansiosa e em dúvida se este é realmente o trabalho de parto. As principais características dessa fase é que o colo amolece, afina, começa a dilatar; começam as contrações leves com intervalos de 20 a 5 minutos, pode-se ter corrimento, haver dor nas costas e náusea, além de 3 a 4 cm de dilatação.

Nesse período a mãe deve tentar relaxar; continuar suas atividades em casa; respirar profundamente quando não puder mais caminhar.

diagram-closeup-head-effacement-dilationA fase ativa trata-se tipicamente de um período agitado para a mãe, as contrações se tornam mais duradoras, mais fortes e com intervalos menores entre si. É nesse momento que os médicos geralmente sugerem que a mulher seja internada. Mulheres que freqüentam aulas de preparação para parto aprendem como relaxar, respirar e lidar com a dor associada com as contrações durante o processo de internação. Esse momento pode ser estressante para algumas mulheres e casais. As principais características dessa fase é que o colo se abre; o bebê desce; contrações aumentam; têm duração de 2 a 9 horas; sensação de pressão na parte inferior das costas, virilha e períneo, além de 4 a 7 cm de dilatação, contrações com 60 segundos de duração e intervalos de 5 a 1 minuto.

A mãe pode se sentir sobrecarregada ou desanimada, nesse momento ela deve concentrar-se na respiração, mudar de posição e principalmente conservar energia.

O trabalho tardio ou de transição é caracterizado pelas contrações freqüentes, longas e intensas, acompanhada com sintomas de náusea, vômito, tremores nas pernas e sentimentos de desanimo. É a fase mais difícil e também a mais curta, o colo está aberto e o bebê entra no canal de parto. As contrações tem duração de 60 a 90 segundos com 7 a 10 cm de dilatação. Nesse momento, a mulher sente uma compulsão para fazer força e expulsar o bebê. A fase de transição pode durar uma hora ou mais, o ideal é que a mãe consiga relaxa o corpo e o períneo; lembrar sempre que o bebê está chegando e repousar entre as contrações mantendo uma respiração calma e fluida.

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As mulheres que buscam um parto normal e desejam um trabalho de parto menos afobado devem procurar hospitais que as deixem caminhar e se mover durante todo o processo, que permitam assumir posições para o trabalho de parto diferentes das utilizadas numa litotomia (posição ginecológica) padrão e receber intervenção mínima da equipe de enfermagem, fisioterapeutas ou doulas se essa for a sua vontade.

Em breve, os próximos estágios do trabalho de parto.

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Fonte: Fisioterapia Aplicada à Ginecologia e Obstetrícia 

           The Pregnant Body Book

8 de Março, Dia Internacional da Mulher!!!

QUANDO CHEGAR

“Quando chegar aos 30
serei uma mulher de verdade
nem Amélia num ninguém
um belo futuro pela frente
e um pouco mais de calma talvez

e quando chegar aos 50
serei livre, linda e forte
terei gente boa ao lado
saberei um pouco mais do amor
e da vida quem sabe

e quando chegar aos 90
já sem força, sem futuro, sem idade
vou fazer uma festa de prazer
convidar todos que amei
registrar tudo que sei
e morrer de saudade.”

Martha Medeiros

Parabéns a todas as mulheres!!! ♥

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Dia das Mães! ♥ ♥ ♥

O dia das mães está chegando, é um dia especial, pois é o dia da pessoa que nos colocou no mundo, que dedicou tanto tempo de sua vida a nós e que mesmo quando tudo está de cabeça pra baixo ela te conforta e faz sentir-se a pessoa mais importante do mundo. O dia é de vocês, aproveitem muito seus filhos, netos, bisnetos…

Adiantamos o post para contar um pouquinho a história da SHANTALA, a tradição milenar indiana onde a mãe faz massagem no seu bebê.
A técnica já é bastante conhecida no mundo todo e cada vez mais as mamães vão se interessando para conhecer e aplicar em seus filhos. Mas e a história dessa massagem mágica, com quais objetivos ela foi “criada”?

Na década de 70, o médico obstetra Frederick Leboyer fez uma viagem à Índia e foi numa tarde, em uma comunidade em Calcutá que se deparou diante da pobreza, com uma mulher sentada na calçada com a coluna ereta, pernas esticadas e um bebê sobre elas. Naquele momento ela estava realizando a massagem em seu filho, aos olhos do médico aquilo era um momento mágico e tudo parecia ter parado ao seu redor quando percebeu a paz e a dedicação com que a mulher estava realizando aquele ritual. A mulher percebeu a presença do médico que no mesmo momento pediu para que pudesse fotografá-la e registrar aquele momento.

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Voltou vários dias depois e começou a conhecer um pouco mais da história da moça. Chamada Shantala, foi recolhida por uma associação de caridade com seus dois filhos pois há alguns anos havia ficado paraplégica e teve suas atividades limitadas. Após ver que a mulher estava ali todos os dias a massagear o seu bebê, notou que não havia “técnica” mais espetacular que aquela para fazer parte dos cuidados diários do bebê.

Então, Leboyer aprendeu a massagem e a trouxe para o Ocidente, com o intuito de aumentar o vínculo afetivo entre mãe e filho. Durante a vida intra-uterina o bebê tem uma relação muito próxima e íntima com a mãe, pois está em um ambiente aconchegante que transmite segurança e amor. Após o nascimento, a criança passa por um choque encontrando-se em um ambiente atordoado precisando de tempo para a maturação e adaptação à novidade. Neste momento a Shantala torna este processo mais confortável e natural, fazendo o bebê ficar mais próximo e vivencie um pouco do seu ambiente anterior.

O toque é um dos meios mais poderosos para a comunicação humana. A massagem deve ser feita numa relação de profundo amor, união e concentração, visando a perfeita harmonia entre mãe e filho. Neste momento, os dois, unidos produzem uma interação perfeita, tornando-se fácil deixar que a energia flua e a troca se faça. Mãe e filho dando e recebendo. Olhando-se nos olhos, conversando num profundo silêncio. O bebê sente, fala, ouve, recebe e dá através de vibrações, dessa forma o alimento do bebê, é a vibração reconhecida como emoção.

Essa é apenas uma forma de demonstração de carinho da mãe com seu filho, mas quando crescemos e nos tornamos adultos, esses vínculos vão se perdendo e uma hora ou outra temos que parar e tentar alimentar novamente essa harmonia, afinal um dia teremos filhos também e vivenciaremos todas essas delícias, normalmente é neste momento que reconhecemos o verdadeiro valor da maternidade. Não se prive em beijar, abraçar, acariciar não só sua mãe, mas todas as pessoas que te fazem bem e que te despertam sentimentos. Para as que estão longe, lembre-se que as vibrações também são fonte de alimento!
Para quem tiver mais interesse no assunto, Shantala é um dos livros que o Dr. Frederick escreveu, prossegue comemorando a vida, fala com precisão e poesia, sobre a ruptura dramática da relação intra-uterina. Contando dos choques que o bebê sofre no mundo externo e como é a nossa interpretação diante desses sinais, é um livro apaixonante, rápido e estigante, além de explicar toda a massagem.

Não somos mães, mas estar todos os dias perto de vocês mulheres, nos torna mais femininas, seguras, satisfeitas e com muita vontade de ser mãe. Desejamos a todas a mães e futuras mamães um ótimo dia de muito amor e energia positiva!!!

Beijos,

FSMulher